sábado, 4 de junho de 2011

Quêm é Sujeito Homem ?









 Vitor Levy

Diretor do curta-metragem “Coração na Boca”, com os atores Pablo Sanábio e Elisa Pinheiro.
Foi Assistente de Direção dos filmes “Tropa de Elite 2”,
“Cilada.Com”, “Muito Gelo e Dois dedos D’água”.
Também trabalhou com grandes diretores de Publicidade como Clóvis Mello, Bruno Barreto e Andrucha Waddington.
Atualmente está filmando Somos tão Jovens Longa baseado na musica do cantor Renato Russo.
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 Marcelo Portes

Ex - Integrante do grupo “Nós do Morro” desde 2007.
No teatro, destacou - se com o espetáculo “Avenida Atlântica”.
No cinema é protagonista do filme “Senhor é meu Pastor”.
Na televisão, participou de alguns trabalhos, como “Viver a Vida” e “A Turma do Didi”, ambas da Rede Globo, e “Chamas da Vida” e “Promessas de Amor”, ambas da Rede Record.
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 Alexandre Hulkinho

Integra e coordena o “EducAtores”, desenvolvendo projetos na área das artes cênicas para profissionais da área e instituições de ensino.
No teatro, destaque para o espetáculo “As aventuras do tio patinhas” de Augusto Boal, com direção de Ítala Nandi, e “Fuck you baby” de Mário Bortolotto, com direção de Christiane Jatahy.
Na Televisão, participou de trabalhos, como “Senhora do Destino”, “Sob Nova Direção” , “Guerra e Paz”e outros, todos da Rede Globo.
No cinema, destaque para os filmes  "Tropa de Elite 2, "O Senhou é o meu Pastor" e “Túnel Russo”.
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 Val Perré

No teatro, atuou nos espetáculos “O Beijo no Asfalto”, direção de Paulo Cunha, “O Baile”, direção de José Possi Neto e protagonizou o espetáculo “Ogum Deus e Homem”, direção de Fernanda Júlia.
Na TV, fez participou nas novelas da TV Globo, “Amazônia, de Galvez a Chico Mendes”, “Desejo Proibido” e “Viver a Vida”.
No Cinema fez “Amazônia Caruana”, direção de Tisuka Yamasaky, e “Filhos do Carnaval”, direção de Cao Hamburger.
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 Alan Pellegrino

No teatro protagonizou o espetáculo “A Vida de São Jorge”, texto e direção de Aline Franca de repercussão nacional e atuou nos espetáculos “O Milagre do Sol”,  “Veja o que este Blues quer Dizer”, e “A Incelença”, Direção de Camila Amado.
Na TV, fez participação nas novelas da TV Globo, “Ciranda de Pedra” e “Caminhos das índias”, no Canal Brasil fez a serie “Histórias do Brasil’’ e no cinema participou dos curtas: “Pena Máxima”, “Amor Proibidão”, “Sem Tempo Para Viver” e  “Reflexos”.
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sexta-feira, 6 de maio de 2011

Começam as visitas as locações do filme

Começaram as visitas para decidir as locações onde será filmado Sujeito Homem.
As vistas ocorreram no morro Dona Marta onde serão filmadas a maioria das cenas.
Agora a próxima parada é o Morro do Canta Galo que tambem será usado como locação.
 Produção,
Sujeito Homem

terça-feira, 19 de abril de 2011

Ex-presidiário precisa de apoio da sociedade

Artigo de Luíz Flávio Borges D'Urso


Um dos maiores desafios da sociedade moderna é assistir ao homem que enfrenta os problemas advindos do encarceramento, quer durante o cumprimento da pena de prisão, quer após esta, quando esse homem é devolvido à liberdade.

De nada adianta todo o esforço para melhorar o sistema prisional brasileiro, se ao libertar-se o homem, a sociedade o rejeita, o estigmatiza, o repugna e o força a voltar à criminalidade por absoluta falta de opção.

O Estado e a sociedade terão de encarar o problema e buscar soluções urgentes quebrando esse total desinteresse pelo egresso. Não é preciso ressaltar a importância do tema, mas indispensável fixar a idéia do que e de quem produz o egresso, estabelecendo de onde ele vem.

O Egresso vem de nosso sistema prisional brasileiro que hoje conta com aproximadamente 230 mil presos, os quais estão acomodados em pouco mais de 100 mil vagas, levando a um "déficit" de aproximadamente 130 mil vagas e a sua superlotação inimaginável. É daí que vem o egresso.

Vale ainda lembrar a crueza do sistema que impõe as sevícias físicas e sexuais ao encarcerado, num contingente que hoje tem 30% de infectados com AIDS e 70% de portadores do bacilo da tuberculose. É desse meio que surge o egresso. E quem é o egresso? Seria todo aquele que um dia fora preso, definitiva ou provisoriamente? Será ele um egresso para o resto de sua vida? Não.

É a lei que define quem é egresso, pelo art. 26 da Lei de Execuções Penais, Lei nº 7.210/84, estabelecendo duas, digamos "categorias" de egressos. A primeira compreendendo o condenado libertado definitivamente, que pelo prazo de um ano após sua saída do estabelecimento é assim considerado, compreendendo também aqui o desinternado de Medida de Segurança, pelo mesmo prazo. Outra "categoria" é o liberado condicional, mas somente durante o seu período de prova.

Diante disso, após esses prazos, um ano para o libertado ou desinternado e o período de prova para o liberado condicional, o homem perde a qualificação jurídica de "egresso", bem como a assistência daí advinda.

Tal assistência justifica-se face o fenômeno enfrentado pelo homem preso, que o desacostuma de viver em liberdade, adaptando-se ao sistema total, fazendo o preso desaprender a viver liberto. Dessa forma, esse homem quando libertado sofre um choque tão grande quanto aquele sofrido por ocasião da sua prisão.

Assim, com base inclusive no art. 10, e seu parágrafo único, da L.E.P. e em orientação da ONU justifica-se a assistência que, consiste em orientá-lo e apoiá-lo para reintegrá-lo à vida em liberdade, compreendendo, também, alojamento e alimentação por um prazo máximo de 2 meses, com possibilidade de renovação por uma única vez, tudo conforme art. 25 da L.E.P.

O trabalho talvez seja o apoio mais necessário e desejado, pois o egresso tem extrema dificuldade em colocar-se nesse mercado, até porque a sociedade estigmatiza-o. É por essa razão que o legislador dedicou o artigo 27 da L.E.P. só para prever a colaboração à orientação de trabalho.

Por fim, resta saber quem terá obrigação legal de assistir ao egresso. É o art. 78 da L.E.P. que estabelece o Patronato, o qual pode ser público ou privado e a lei não dispõe sobre sua composição que poderá ser integrada por estudantes de Direito, de Sociologia, de Psicologia, de Medicina, Serviço Social, etc. A supervisão do patronato é obrigação do Conselho Penitenciário do Estado, de acordo com o art. 70 da L.E.P.

Este texto, que surge quando o Conselho de Política Criminal e Penitenciária do Ministério da Justiça, órgão que honrosamente integro, lança seu Concurso Nacional de Monografia, com o tema "EGRESSO", tem por escopo lançar luzes sobre a necessidade de apoio ao homem que retorna à sociedade e pela necessidade de se instalar os patronatos nos municípios brasileiros.

Por derradeiro, focamos de onde vem o egresso, quem ele é, porque e qual assistência deva existir e quem deve prestá-la, restando apenas esperar que a sociedade descubra que um egresso desassistido hoje é um reincidente amanhã!

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Ex-presidiário e agora?

Quem empregaria um ex-presidiário, neste mundo de desemprego
como desculpa das falências e degenerescências sócio-política e capitalista?
Alguns empregariam.
Raras almas dariam emprego aos tatuados das prisões.
Com suas psicopatias sociais, com seus traumas.
A melhor alusão ao presídio que posso deixar é:
- Idéia de que se num dia de visitação acontecesse na prisão tudo que acontece durante toda a vida do apenado, um homem comum entenderia os sentimentos, desejos, decepções e certamente buscariam como ajudar um ex-presidiário a voltar a se sentir gente novamente.

Caetano Barata

terça-feira, 22 de março de 2011

Em Pré - Produção

Começa hoje a Pré - Produção do filme Sujeito Homem.
Iniciamos este blog como diário de bordo de toda a produção do filme.
Aqui você que está acompanhando, fica sabendo de tudo que está rolando nos bastidores.
Acompanhem em breve novidades.

Produção,
Sujeito Homem
Minha foto
Rio de Janeiro, Brazil
Sujeito Homem,O Filme conta a difícil vida de um ex-presidiário. Que não consegue emprego por causa do preconceito da sociedade e volta para vida de crimes. O Único lugar onde ainda espera encontrar respeito e oportunidade. Sem conseguir sobreviver dignamente, Vitinho, desiludido, procura seu velho amigo de infância,Cruel, que hoje é gerente de uma boca de fumo, para pedir emprego no tráfico. De volta a vida de crimes, Vitinho começa a ambicionar mais alto. Não se contentando com a posição que se encontra na hierarquia do seu novo “trabalho”. Tramando para assumir o poder, Vitinho não percebe que algumas de suas ações podem atrapalhar sua própria ambição.

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